22 de maio de 2013

Terras Potiguares: Bodó



Bodó

“Os mineradores e o poço”

A região teve nos mineradores seus primeiros caminhantes. Muitos viajantes entravam adentro na esperança de encontrarem minérios e vida melhor. Nessas andanças, chegaram à beira de um poço d'água de gosto salgado, que compararam logo ao sabor de um peixe chamado Bodó. Dessa maneira, toda a localidade circunvizinha ao poço de água salgada ficou conhecida como Bodó.
A partir da exploração de minérios de tungstênio na área começou a se desenvolver o povoamento de Bodó. Com o aumento da atividade de mineração, o núcleo populacional foi recebendo trabalhadores de varias partes da região e do Estado, começando a ganhar formas de cidade.
A luta por sua emancipação politica teve êxito no dia 26 de junho de 1992, quando através da Lei número 6.300, sancionada pelo então Governador do Estado, José Agripino Maia, Bodó deixou de pertencer a Santana do Matos, tornando-se um novo município do Rio grande do Norte.
Localizado na Região Seridó do Estado, o município de Bodó está a 188 quilômetros de distancia da Capital, na altitude de 560 metros acima do nível do mar, contando com uma área de 254 quilômetros quadrados de extensão territorial, e um contingente populacional de 2.775 habitantes, dos quais, 1.230 vivem no setor urbano, e 1.545 na zona rural. Bodó limita-se com Santana do Matos, Cerro Corá e lagoa Nova.
A vida econômica do município é baseada nas atividades de exploração de minérios, com destaque para a scheelita; atividades pecuárias; e a agricultura de subsistência. Bodó conta com ocorrências minerais de Barita, Tungstênio, Mármore e Calcário. O abastecimento d'água da cidade chega através da Adutora Serra de Santana.
Além das minas existentes, o município tem ainda a oferecer ao visitante a beleza da Serra do Bodó, um dos pontos mais altos do Estado, com 687 metros de altitude.
A grande festa da cidade é do padroeiro, São Pedro, comemorada no dia 29 de junho , com muita animação típica da época junina, além de vários eventos de natureza religiosa.

(Fonte: Terras Potiguares/Marcus César Cavalcanti de Morais)








Nenhum comentário:

Imagem

Imagem